Configuração da integração

Na VTEX


  • Confirmar o CNPJ da conta — o CNPJ da conta VTEX deve ser o mesmo onboardado na CrediPay. Envie o nome da conta (account name) ao time CrediPay.
  • Adicionar a CrediPay como provedor de pagamento — em Configurações da loja → Pagamentos → Provedores, adicione a CrediPay com a App Key e o App Token fornecidos pelo time CrediPay.
  • Criar o meio de pagamento e a condição — crie um pagamento customizado com o nome exato Boleto a prazo e a condição de pagamento vinculada ao provedor CrediPay.
  • Instalar o app de checkout — o time CrediPay instala o app e o conector e aplica o ajuste que exibe as datas de vencimento no seletor de parcelas.
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O nome importa

O meio de pagamento precisa se chamar exatamente CrediPay, Boleto a prazo CrediPay ou Boleto a prazo (sensível a maiúsculas). Qualquer outro nome impede o pagamento.

Integração com ERP


Com a integração ERP ↔ VTEX já existente, o fluxo de NF-e continua o mesmo. Há apenas dois ajustes a garantir.

Criação do pedido

Meio de pagamento

Para o ERP aceitar o pedido vindo da VTEX, é necessário configurar um meio de pagamento específico para a CrediPay. Assegure-se de que esse meio de pagamento não gere boletos para o comprador, já que a cobrança será feita pela CrediPay.

Faturamento

Se o pedido foi criado corretamente na etapa anterior, o faturamento é relativamente simples. Cada parcela deve entrar na Nota Fiscal como uma duplicata — portanto, se temos 3 parcelas (installments = 3), devemos ter 3 duplicatas, vencendo em 30, 60 e 90 dias.

Em termos técnicos, o XML deve conter a tag dup, uma para cada parcela (a primeira terá número 1, a segunda 2, a terceira 3 — normalmente gerado de forma automática pelo ERP). O vencimento e o valor de cada duplicata na NF serão usados para a emissão dos boletos. Por exemplo: uma duplicata de R$1000 com vencimento em 25/10/2025 gera um boleto exatamente com esses parâmetros.

Envio da NF à CrediPay

O envio da NF à CrediPay é obrigatório — é o que dispara o desembolso. O envio deve ocorrer somente após a aprovação da Secretaria da Fazenda. Em termos técnicos, o XML deve conter a tag nfeProc para ser aceito. Isso, junto com a presença das duplicatas, é o que garante que a NF está pronta para ser usada em uma operação de crédito.

Existem 3 formas de fazer esse envio — escolha a que melhor se encaixa na sua operação:

  • Pela VTEX (automático) — com o meio de pagamento instalado, a CrediPay monitora a VTEX e recebe o XML assim que a nota é faturada. Ao faturar na VTEX, um dos parâmetros é o invoiceUrl: é fundamental enviar um URL público apontando diretamente para o arquivo XML da NF, terminando em .xml.
  • Via API da CrediPay — envie o XML diretamente para a CrediPay pela API, sem depender do faturamento na VTEX. Indicado para integrações que já controlam a emissão pelo ERP.
  • Manual, pela plataforma do vendedor — faça o upload do XML pela plataforma da CrediPay. Útil para casos pontuais ou quando o envio automático não ocorreu.
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Requisitos da NF-e, em resumo

  • Tag nfeProc presente (NF-e aprovada pela SEFAZ).
  • Uma tag dup por parcela, com valor e vencimento batendo com o parcelamento.
  • No envio pela VTEX, invoiceUrl público, terminando em .xml.

Estender via API


Para casos além do fluxo padrão, há um conjunto de APIs para consultar compradores, limites, pedidos e desembolsos. Veja as demais páginas desta documentação para a referência completa.